Santo António

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Quem foi a Madre Virgínia da Paixão

Dezembro 12, 2006 · Deixe um comentário

A introdução do processo de canonização de Madre Virgínia da Paixão conheceu um avanço em Abril do ano passado quando, sob proposta do Bispo do Funchal, a Conferência Episcopal Portuguesa, “declarou nada opor ao pedido”.
Agora, a Santa Sé acaba de se pronunciar também favoravelmente, segundo confirma a Secretaria Episcopal da nossa Diocese.
Madre Virgínia da Paixão foi a última Abadessa do Convento das Mercês, das Irmãs Clarissas. Contemplativa por excelência, durante toda a sua vida, segundo palavras de D. Teodoro de Faria, “foi enriquecida por dons e graças místicas que os contemporâneos desconheciam, mas adivinhavam que, por detrás da piedade e devoção à Eucaristia quotidiana daquela mulher se escondia uma alma de grandeza insuspeita e que a sua oração junto de Deus deveria ter uma grande força. A Madre Virgínia compreendeu a missão que Deus lhe pedia de viver a sua consagração no mundo, numa época de transformação da sociedade e de purificação da Igreja” (D. Teodoro, no livro “Uma Mensagem para a Igreja”, da Ir.ª Odília Rodrigues Fontoura, osc).
Na sequência da perseguição Ordens Religiosas movida pela implantação da República (1910), a Madre Virgínia foi viver para a casa da família, no Lombo dos Aguiares, Santo António, de onde era natural, e onde hoje se encontra um Mosteiro, sempre venerada com fama de santidade pelo povo simples e humilde. O outro Mosteiro das Irmãs Clarissas na Diocese do Funchal é o da Caldeira (N.ª S.ª da Piedade), Câmara de Lobos.

Categorias: Memória

Madre Virgínia da Paixão

Dezembro 12, 2006 · Deixe um comentário

A introdução do processo de canonização de Madre Virgínia da Paixão conheceu um avanço em Abril do ano passado quando, sob proposta do Bispo do Funchal, a Conferência Episcopal Portuguesa, “declarou nada opor ao pedido”.
Agora, a Santa Sé acaba de se pronunciar também favoravelmente, segundo confirma a Secretaria Episcopal da nossa Diocese.
Madre Virgínia da Paixão foi a última Abadessa do Convento das Mercês, das Irmãs Clarissas. Contemplativa por excelência, durante toda a sua vida, segundo palavras de D. Teodoro de Faria, “foi enriquecida por dons e graças místicas que os contemporâneos desconheciam, mas adivinhavam que, por detrás da piedade e devoção à Eucaristia quotidiana daquela mulher se escondia uma alma de grandeza insuspeita e que a sua oração junto de Deus deveria ter uma grande força. A Madre Virgínia compreendeu a missão que Deus lhe pedia de viver a sua consagração no mundo, numa época de transformação da sociedade e de purificação da Igreja” (D. Teodoro, no livro “Uma Mensagem para a Igreja”, da Ir.ª Odília Rodrigues Fontoura, osc).
Na sequência da perseguição Ordens Religiosas movida pela implantação da República (1910), a Madre Virgínia foi viver para a casa da família, no Lombo dos Aguiares, Santo António, de onde era natural, e onde hoje se encontra um Mosteiro, sempre venerada com fama de santidade pelo povo simples e humilde. O outro Mosteiro das Irmãs Clarissas na Diocese do Funchal é o da Caldeira (N.ª S.ª da Piedade), Câmara de Lobos.
in Jornal da Madeira

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Serras de Santo António reflorestadas

Dezembro 12, 2006 · Deixe um comentário

A Direcção Regional de Florestas tem em curso diversos trabalhos de plantação no âmbito de alguns projectos florestais, que culminarão no fim da presente época de plantação (em Março de 2007), com a instalação de mais 84 mil e 188 árvores. Estão, neste momento, em fase de conclusão, três projectos de arborização no Paúl da Serra, numa área total de 38,26 hectares com a plantação de 21 mil e 819 plantadas, recorrendo-se a diversas espécies consideradas como as mais adequadas para a recuperação do solo e do coberto vegetal daquelas áreas. As zonas sobranceiras ao concelho do Funchal têm igualmente merecido uma atenção especial, estando a decorrer os trabalhos de plantação numa área de 72 hectares que prevê a instalação de 51 mil e 684 plantas até ao final de Janeiro de 2007. Ainda para esta zona encontram-se em fase final de concurso, dois projectos que vão permitir, no próximo ano, a intervenção em mais 298,88 hectares e na plantação de mais de 332 mil e 70 árvores. Nas restantes áreas florestais sob a tutela do Governo Regional, vão ser executadas nesta época de plantação, que decorre até meados de Março de 2007, outros cinco projectos, os quais estão essencialmente vocacionados para a manutenção, a melhoria e a reconversão dos espaços florestais.

No âmbito da política florestal regional, a Secretaria Regional do Ambiente, através da DRF, vai proceder à recuperação das zonas altas da ilha, com particular destaque para o Paúl da Serra e serras de São Roque e Santo António. Isto complementando os trabalhos de condução e melhoria de áreas já arborizadas como é o caso do Poio e de Santana, sem esquecer a ilha do Porto Santo onde decorrem também trabalhos.

Sem descurar o papel pioneiro que muitas espécies de carácter exótico podem assumir no processo de recuperação das zonas mais degradadas, tem-se procurado fazer uma forte aposta sempre que tecnicamente possível, nas espécies indígenas tais como as urzes e a uveira da serra, complementadas por espécies mais exigentes como são o caso dos loureiros, das faias das ilhas e dos cedros da Madeira. Notícia do Jornal da Madeira

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Paróquia de Santo António da Ilha da Madeira (XV)

Dezembro 11, 2006 · Deixe um comentário

  Sítios

 

Trapiche .- Dão os modernos dicionaristas à palavra Trapiche o significado de armazém para depósito de mercadorias ou ainda de hangar, mas em obras antigas encontra-se este termo para significar engenho, lagar, azenha ou moinho. Donde provém semelhante denominação, que sabemos não ser usada na Madeira nem tão pouco a temos encontrado em quaisquer documentos antigos referentes à sua história? Seria apelido ou alcunha dalgum primitivo povoador e assim desse o nome ao sítio? É talvez hoje impossível averigua-lo. Encontra-se nele a chamada quinta e capela do Trapiche, onde os beneméritos irmãos de S. João de Deus mantêm um Manicómio para homens, a que noutro lugar teremos que fazer mais desenvolvida referencia. Tem 342 vizinhos.

Curral Velho. – Conta 187 habitantes.

Laranjal. – O nome parece indicar que por ali existia algum pomar de laranjeiras ou que estas árvores fossem cultivadas neste sítio em grande escala. Marcos de Braga, um dos primitivos povoadores desta ilha e de quem as crónicas madeirenses rezam muitos actos de bravura, teve neste sítio terras de sesmaria, que um dos seus descendentes, Domingos de Braga, converteu em vínculo e que foi chamado o morgado do Laranjal, como veremos no artigo consagrado aos morgadios e casas vinculadas desta freguesia. Conta 368 habitantes.

Lombo dos Aguiares .- Diogo Afonso d’Aguiar, um dos quatro fidalgos que D. Afonso V mandou à Madeira para casarem com as filhas do descobridor João Gonçalves Zarco, teve terras nesta freguesia na lombada a que deu o seu nome e que ainda actualmente conserva. É o sítio mais populoso da freguesia e conta 444 habitantes.

Pomar do Miradouro. -É o prolongamento do sitio antecedente, desfrutando-se dali um soberbo panorama, que talvez justifique a sua denominação. Tem 233 almas.

Ribeira Grande.- Fica na margem esquerda da Ribeira de Santo António e dela tira decerto o seu nome, Conta 99 moradores.

Pilar – Fica em partilha com outro bairro de igual nome da freguesia de S. Martinho, tirando ambos os sítios a sua denominação da capela de Nossa Senhora do Pilar, fundada em 1676 por Gonçalo de Freitas Drumund e situada na referida freguesia de S. Martinho. Neste sítio encontra-se a quinta de que é proprietária D. Luísa Crowford Rodrigues. É de 335 o seu número de habitantes.

Pico dos Barcelos – Fica neste sitio o chamado Pico dos Barcelos, donde se desfruta um vasto e surpreendente panorama, um dos mais arrebatadores do concelho do Funchal, e que é hoje ponto obrigado de excursão para todos os turistas e pessoas que visitam o Funchal. A ele nos referiremos mais de espaço em outro lugar deste opúsculo. Tem 220 almas.

Santo Amaro.- Tirou o nome da capela ali existente. Dela e do seu fundador Garcia Homem de Sousa nos ocuparemos em artigo especial. Tem este sitio 360 moradores.

Tanque – A sua população é de 145 habitantes.

Alecrins – Neste sítio ficavam a quinta e a capela de Nossa Senhora da Quietação, fundada por Lourenço de Matos Coutinho e de que já nem restam hoje vestígios. Tem 217 almas.

Preces. -Este nome deriva da capela e quinta de Nossa Senhora das Preces, que ali existem ainda. É de 351 o número de seus habitantes.

Pinheiro das Voltas. – O número de seus moradores é de 102.

Santa Quitéria. – A capela de Santa Quitéria, que ali houve, deu o nome ao sítio. O seu número de almas é de 157.

Pico do Cardo .- Os jesuítas tiveram uma residência neste sítio com seus terrenos anexos e uma capela da invocação de Nossa Senhora do Populo. Conta 193 vizinhos.

Três Paus. – Em tempos mais antigos fez parte do sítio do Vasco Gil. Nos Três Paus se encontra um importante prédio rústico pertencente a Antónia Fernandes Frita, falecida nesta freguesia a 19 de Dezembro de 1670, e que o legou à Confraria do Santíssimo Sacramento desta freguesia, para ser administrada por ela c pelo respectivo pároco, com a obrigação de satisfazer determinados encargos pios. Tem 157 habitantes.

Ribeira dos Socorridos .- Fica na margem esquerda desta ribeira e dela recebeu o nome. Também tem a denominação, bastante antiga, de Engenho Velho, talvez por existir ali algum engenho de fabricação de açúcar, como tantos que havia espalhados em vários pontos da ilha. A sua população é de 83 habitantes,

Fajã – É o sitio que se acha mais distanciado da igreja paroquial e fica, como o anterior, situado na margem esquerda da Ribeira dos Socorridos. Tem 118 almas.

Para a indicação do número de habitantes de cada um destes sítios, socorremo-nos do Censo da População de Portugal, realizado no ano de 1911 visto não achar. Se ainda publicado o volume do Censo de 1920, que interessa ao assunto deste artigo.

Categorias: Memória

Centro Paroquial e Social de Santo António

Dezembro 11, 2006 · Deixe um comentário

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1967

Dezembro 11, 2006 · Deixe um comentário


Fotografia da Igreja de Santo António em 1967

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